Quando estou sem dinheiro para comprar um bom doce, eu brigo com meu namorado, porque quando ele quer fazer as pazes ele sempre me trás um belo doce.
Gisele Mosack
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Quando estou sem dinheiro para comprar um bom doce, eu brigo com meu namorado, porque quando ele quer fazer as pazes ele sempre me trás um belo doce.
Gisele Mosack
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(1 votos, média: 3,00 de 5)ESTAVA PREPARANDO O BOLO DO MEU ANIVERSÁRIO. JÁ TINHA FEITO A MASSA E ESTAVA FAZENDO O RECHEIO E A COBERTURA,QUE SERIA DE BRIGADEIRO. DEPOIS DE PRONTA,ESTAVA ESPERANDO ESFRIAR E FUI PEGANDO UM POUQUINHO….MAIS UM POUQUINHO…SÓ MAIS UM POUQUINHO…QUANDO VI,HAVIA COMIDO E RASPADO A PANELA DO BRIGADEIRO! COMO NÃO TINHA MAIS LATA DE LEITE CONDENSADO! O BOLO DO MEU ANIVERSÁRIO,FORAM 2 MASSAS,SEM NADA,UMA EM CIMA DA OUTRA! E PARA TODOS EU CONTAVA O QUE HAVIA OCORRIDO E TODO MUNDO CAÍA NA GARGALHADA COM AQUELE BOLO XINFRIM E SEM GRAÇA!
DANIELLE SANCHES
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(1 votos, média: 3,00 de 5)SÃO TÃO LOUCA POR DOCE,QUE MEU APELIDO DESDE CRIANÇA É FORMIGA! UMA VEZ,ESTAVA ALMOÇANDO NA CASA DE UMA PRIMA QUE TINHA ACABADO DE SE CASAR E NOS CHAMOU PARA MOSTRAR A CASA. ESTÁVAMOS NA SALA,ESPRANDO O ALMOÇO FICAR PRONTO. FUI NA COZINHA E VI NO FORNO UMA TRAVESSA DE DOCINHOS. PEGUEI 5 E COMI DE UMA VEZ. DEPOIS QD VI QUE A COZINHEIRA TINHA SAÍDO DA COZINHA,CORRI P/ LÁ E COMI O RESTANTE DA BADEJA! DEPOIS DO ALMOÇO,MINHA PRIMA TODA FELIZ,DISSE QUE TINHA FEITO ELA MESMA UNS DOCINHOS PARA A GENTE COMER DE SOBREMESA! QUANDO FOI PEGAR…A TRAVESSA ESTAVA VAZIA! DEPOIS DE PROCURA AQUI,PROCURA LÁ….TODOS OLHARAM FURIOSOS PARA MIM E FALARAM EM CONJUNTO,GRITANDO:AMÉLIA,CONFESSE SEU CRIME!!! É ISSO…PASSO VÁRIOS VEXAMES POR CAUSA DO MEU AMOR INCONDICIONAL…POR DOCES!!!
MARIA AMÉLIA FERREIRA SANCHES
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(2 votos, média: 4,00 de 5)Minha história começa de pequeno, lembro que, só fazia as lições de casa, se minha mãe me desse, na época, um cruzeiro, “a moedona” que valiam dois doces na vendinha da frente de casa. Crescido, e trabalhando na 9 de julho, não perdi o hábito, pelo menos uma vez ao dia, sumia do escritório por uns 20 a 30 minutos. Descia até o térreo, saia do prédio, e ia até a “doceira da Bruxa”, comia outros doces, mas sempre terminava com pedido: um pedaço de pudim, aquele dos furinhos… hummm… Era um momento especial, principalmente se fosse a própria dona servindo, pois ela, ao contrário dos “muquiranas” dos balconistas, era muito generosa, sempre cortava uma fatia caprichada! O que fazia eu voltar mais e mais… De tanto “sair de fininho” e dar as desculpas mais esfarrapadas: “tava no banheiro”; “Tava pagando conta”; “tava no almoxarifado”… quase nunca colava… meus colegas já estavam desconfiados. Até que um dia, fui surpreendido por um colega na doceira, rindo me disse: “Ah seu safado! Foge do trabalho pra comer pudim?!” Depois disso, não perdeu a oportunidade, na primeira errada que dei perto dos colegas, foi logo soltando: “É um Pudim mesmo”… Vinte anos depois, ainda é meu apelido no trabalho… Continuo gostando de doce… e de pudim…
Valmir Santana Junior
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(2 votos, média: 4,00 de 5)Eu havia recebido da minha filha uma mousse de chocolate preto e outa de chocolate branco. Ela disse que era uma para mim e outra para o meu marido, mas, eu fiquei imaginando que de forma alguma eu iria conseguir optar entre uma das duas. E então, eu as “escondi” na geladeira na gaveta de frios, onde meu marido nunca mexia, pois quando ela me deu, ele não estava em casa. Deixei que ficassem bem geladinhas e comi as duas!! Alguns dias depois, minha filha veio nos visitar e perguntou-nos se havíamos gostado da mousse. Meu marido, sabedor das loucuras que eu era capaz de fazer por doces, olhou para mim com um olhar cúmplice e disse a ela que estavam ótimos. Então ela perguntou se eu havia comido a de chocolate branco ou a de chocolate preto e, novamente, meu “cúmplice” me salvou, e disse que havíamos dividido e cada um experimentou um pouco de cada. Depois que minha filha se foi, eu me desculpei e agradeci pela saída que ele havia encontrado para a situação, e por entender o que eu havia feito. Ele me abraçou e me convidou para irmos comer uma mousse, para que ele, enfim, experimentasse.
Rosangela Friedrich Camara
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